domingo, 28 de dezembro de 2008

Chapada Diamantina: Canto das Águas

Aproveitamos o final de semana na Bahia para visitar novamente a Chapada Diamantina. A gente já conhecia, mas achamos que valeria a pena um repeteco. Como já sabiamos "onde estávamos pisando" fomos com a idéia de irmos direto para o Vale do Capão.
Como nossas viagens nao sao planejadas decidimos o destino "em cima da hora". Alugamos um carro (Uninho Bala) em Salvador às 4 da tarde e saimos para uma viagem de 500 km de estrada movimentada (BR 101). Pegamos congestionamento no trânsito saindo de Salvador, na estrada de Salvador-Feira de Santana (acidente na estrada) e muitos caminhões na BR 101.
Em função do cansaço decidimos dormir no caminho. Aguentamos mais um pouquinho de estrada e dormimos em Lençóis.
Fomos direto para o Hotel Canto das Águas, que nao tínhamos conseguido ficar na primeira vez que estivemos na Chapada (era muito caro e na época nao tinha vagas) sabíamos que era tudo de bom. Fizeram um precinho camarada e lá ficamos para dormir.
O lugar é maravilhoso, fica ao lado de uma cachoeira que a queda d´água nao é inclinada, ela é larga e tem um percurso longo. De todas as partes do hotel a gente escuta o canto das águas que acalma e dá muito charma para o lugar (www.lencois.com.br).
Abaixo a achoeira vista desde um cantinho.

Abaixo o Santi tomando café da manhã com a cachoiera ao fundo.

O Charme do Saguão do Hotel.

Detalhe para as luminárias coloridas feita com parafina. Lindas.


Os quartos sao cheirosos e cheios de charme.
Por incrível que pareça eu nao fui paga para fazer propaganda para o Hotel. Só estou querendo dividir com vocês as vivências nesse lugar tão especial.
Dormimos, passamos a manhã e logo seguimos viagem para o Vale do Capão.

2 comentários:

Santi disse...

Bem legal essa pousada, mas agora falta fazer a publicidade da Lagoa das Cores, no vale do Capão.

Anônimo disse...

Cuando fuimos Miriam, Aida y yo también teníamos un hotel muy chulo...salvo pq se metían gatos en la habitación, había humedades, no ventilaban y olía a viejo...

Mar